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By Cintia Armesto Buenas!Aqui estou em meu segundo post! Me preparei, cevei um amargo(fotinho abaixo), organizei as ideias do que iria escrever e cá estamos nós!
Passei um vasto período sem postar nada, porque estava em “Westeros”(brincadeira lógico)!!! Durante esses últimos meses andei lendo todos os livros das Crônicas de Gelo e Fogo, e era um vício! Qualquer tempo livre era dedicado a leitura dessa história que na minha opinião é fantastica! Saindo da fantasia e voltando ao mundo real, vi que havia deixado de lado coisas que tinha me decidido a me dedicar, e uma delas é este blog. Hoje resolvi falar sobre um companheiro meu de vários dias durante o trabalho e as horas livres: Automação de testes funcionais.Comecei a trabalhar na área de testes a pouco tempo (cerca de dois anos), mas antes disso já trabalha com TI há cerca de 7 anos, porém meu foco sempre foi infra.Por esses acasos da vida acabei “caindo” na área de qualidade de software, mesmo sem procurar por ela. Sempre achei massante o trabalho de testador sempre que pensava no assunto: “puxa vida ficar ali passando e repassando casos de teste, oh não!!!”. Quando iniciei no projeto achava legal bolar os casos de teste e pensar em alternativas que normalmente os desevolvedores não pensavam, mas com a evolução do projeto e sempre tendo de executar as mesmas coisas a cada nova versão, comecei a me entediar… Foi então que resolvi iniciar a batalha de automatizar casos de teste para o projeto.Como a ferramenta que eu conhecia já nos tempos de gradução era o selenium, meu primeiro passo foi instalar a IDE e começar a explorá-la. Logo vi que que ela não seria o suficiente para satisfazer todos os casos de teste que seriam necessários, pois precisava de algo menos engessado, onde eu podesse escrever meus testes sem a necessidade de estar “catando”(e nem sempre encontrando) plugins por ai, como para leitura de xls, leitura de arquivos, condicionais, laços de repetição e etc.Resolvi então me aventurar no uso do selenium drive +junit no eclipse, pois isso me daria mais liberdade para escrever meus testes.Posso dizer que estou bem satisfeita da escolha que fiz embora os casos de teste estejam apenas engatinhando, pois a correria das sprints não me deixa tempo hábil para o desenvolvimento de vários casos. Muitas das coisas que aprendi foi exploração na web. Blogs como o do Elias (Sem Bugs), selenium, java e coca cola, Seuenium, e outros, foram minhas fontes de pesquisa a cada vez que eu chegava em um “beco sem saída”.É muito importante ao desenvolvermos testes funcionais, pensar ao máximo possivel em como fazer o teste agir como um usuário agiria. Refletir muito nas diversas variações possíveis e programar de forma que se pareça algo realizável por um ser humano e não uma máquina, visto que o ser humano é imprevisível!A esse exemplo, muitos dos testes que estou desenvolvendo passam por combos de cidade, então procuro não deixar fixo no meu código a cidade de “porto alegre”, desenvolvi uma classe que pega aleatoriamente valores de combo, pois se testarmos sempre os mesmos valores de entrada, como é possível termos certeza que um valor diferente não irá causar um bug? Está certo que em um mundo perfeito não deveria haver esses problemas, mas estamos falando de softwares desenvolvidos por seres humanos e muitas coisas se tornam ilógicas.No momento estou trabalhando em um caso de testes do carrinho de compras e a exportação de faturas para o software de gerenciamento financeiro da instituição, está sendo bem legal pois tenho que trabalhar com a manipulação dos arquivos que enviamos ao software. No próximo post vou falar um pouco sobre esse desenvolvimento e postar dicas.Buenas, vou continuar com meu mate e com esse desenvolvimento! Tchê, até a próxima!

Source: http://guriatech.blogspot.com/2012/10/selenium-chimas.html

Category: automação, cronicas de gelo e fogo, game of thrones, qualidade de software, selenium, testes de software, westeros

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