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By Luiz Gustavo Schroeder Vieira Um segundo passo, é desenvolver em paralelo ao Analista de Sistemas, um documento com todos os fluxos macro de testes em cima das funcionalidades já citadas na reunião inicial (pode-se basear numa Ata de reunião, resultado da etapa anterior). É uma atividade que não acontece apenas em paralelo ao Plano de Testes, mas é uma parcela dele. Eu diria que esse tipo de atividade deve existir para diminiur o nível de ociosidade de uma equipe de testes no início de cada release ou projeto, o que, em alguns casos, é muito normal. Enquanto o gestor do projeto cria o Plano de Testes, o Analista fica responsável por definir um artefato mais específico nessa etapa do processo. O objetivo é destacar quais são os cenários macro de testes, quais as técnicas que serão utilizadas para os mesmos, qual o tipo desses testes e eventuais especifidades declaradas durante a reunião com o cliente. Por exemplo, se em algum momento da reunião, o cliente disse que as atividades do seu Portal estão em expansão e este deverá atender a 5.000.000 usuários por mês e os picos de acesso serão nas segundas e quintas-feiras, quando as notícias são atualizadas. Nesse momento foi identificado um requisito de eficiência do projeto, anotado na ata de reunião e não necessariamente foi levado em consideração pelo Analista de Sistemas, mesmo porque, parece muito mais uma declaração comercial do que técnica. Sendo assim, deve-se aprofundar nos pré-requisitos e definições dos testes de performance.É também um momento interessante na etapa do planejamento de testes para definir a utilização dos Testes Exploratórios, pois estes também devem ser planejados. A idéia é procurar áreas “bugadas” que não são reveladas através da análise de testes tradicional. O planejamento desses testes é definido através dos Test Charters (ver definição no glossário do ISTQB), onde são especificadas as atividades, objetivos e artefatos desses Testes Exploratórios, sendo este naturalmente complementado por checklists, casos de testes tradicionais ou análise de riscos de qualidade.Definido o tipo de teste a ser utilizado, o artefato desta fase é a consolidação de todas as informações referentes ao projeto de testes, complementando assim, o Plano de Testes. Por exemplo, a etapa de análise dos riscos (ou brainstorming apenas), como dito anteriormente, a definição dos Test Charters, o Sprint Test Planning ou a descrição macro dos cenários de testes baseados em especificação. Este último é geralmente feito da seguinte forma: define o cenário, descreve um funcionamento básico e uma possível solução de testes para este (se vai utilizar checklist, se vai utilizar caso de teste, se vai utilizar uma tabela de transição de estados, etc.)

Source: http://www.testavo.com.br/2011/05/test-case-lifecycle-macro-test-analysis.html

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