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By Luiz Gustavo Schroeder Vieira Minha referência básica para escrever qualquer post é baseado nos sete princípios de testes. Nesse caso não é diferente, o princípio relacionado é o “Early Testing”. Que, como todos sabem, é a premissa de que as atividades de testes devem estar precocemente envolvidas em projetos de Software.Todavia, essa é uma situação digamos, bem delicada. Em todos os lugares onde eu trabalhei e/ou prestei consultoria e participei do processo do começo ao fim, a equipe de projeto sempre tinha uma resistência ao envolver a equipe de testes nas primeiras fases do projeto. Isso se dá por uma série de motivos, dentre eles: falta de experiência no negócio, falta de experiência profissional, perfil inadequado ou simplesmente a resistência em envolver um profissional de qualidade por simplesmente julgar desnecessário. Empresa que possui um profissional de qualidade com perfil inadequado ou com falta de experiência profissional, é a mesma empresa que tem resistência em envolver esse profissional precocemente no processo. Contrata uma pessoa sem (muita) experiência profissional, sem perfil adequado (às vezes) e espera que seu projeto tenha sucesso nos requisitos relacionados a qualidade. Pura inocência.A primeira fase do Test Case Lifecycle é a Business Test Analysis, que, como já dito, resumidamente no post anterior, é o envolvimento da equipe de testes nas primeiras reuniões de definição do projeto. Eu diria que, se pudesse envolver a equipe de testes nos primeiros contatos comercial, seria o ideal, mas nesse caso poderia ser inclusive um tiro no pé (comercialmente falando), ou não. Se a empresa mostrasse ao seu cliente a preocupação em manter a qualidade daquele projeto alocando um profissional de testes como “ouvinte” na reunião, talvez pudesse ser uma boa ideia. Para os fãs de metodologias ágeis, eu diria que, quanto maior a dependência de processos, menor a necessidade desse primeiro envolvimento. Para metodologias ágeis, no caso, seria justamente o contrário, o envolvimento inicial seria extremamente necessário. Digo isso pelo fato de que, na metodologia tradicional, as atividades de testes começam, teoricamente, quando o primeiro artefato de análise/desenvolvimento é gerado.Todo profissional de testes com certa experiência sabe (ou já ouviu falar) da ISO9126. É aquela ISO que define os requisitos de qualidade que um projeto de software deve possuir. O perfil do profissional deve ser cuidadosamente analisado antes de ser alocado. Digo por isso, porque para alguns tipos de projetos requerem competências específicas, por exemplo, portais corporativos geralmente necessitam de conhecimento em análise de usabilidade. Inclusive tenho a leve impressão que um site hoje é mais bem visto pelo seu design e usabilidade do que por suas funcionalidades, confiabilidade e eficiência propriamente ditos.Para maiores informações, segue:http://pt.wikipedia.org/wiki/ISO/IEC_9126

Source: http://www.testavo.com.br/2011/04/test-case-lifecycle-business-test.html

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