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By eliasnogueira
Esta é a quinta e último tópico sobre os Planejamento, Design e Desenvolvimento dos Testes automatizados.
Este tópico não diz respeito especificamente a Automação de Teste, mas é um ponto de grande impacto para ela. Toda a atividade de teste tem de estar apoiada em um bom ambiente técnico para que a mesma não tenha problemas durante sua execução. Este ambiente precisa ter todas as definições de hardware e software necessários para apoiar o desenvolvimento e execução dos testes, e este precisa estar especificado no Plano de Teste.
Para o planejamento do ambiente temos duas situações: ambiente de cliente e ambiente de testes
No ambiente de cliente devemos ter toda a estrutura de hardware e software real do cliente (ou bem próximo disso), para que os testes sejam fielmente simulados como no cliente. Com isso prevenimos muitos erros de configuração e execução.
No ambiente de testes temos que ter toda a infra-estrutura de hardware e software necessários, como as ferramentas de teste instaladas e configuradas, e o hardware que suporte estas ferramentas. É sempre importante executarmos a calibração do ambiente de testes, já que este ambiente é que nos dará todo o resultado esperado pelo software. Qualquer desvio ou erro neste ambiente pode nos trazer resultados falsos.
Para as duas situações de ambientes podemos levar em conta os seguintes requisitos de hardware e software:

Servidores e desktops com as configurações desejadas no Plano de Teste
Servidores para virtualização de ambientes, se necessário.
Banco de dados dedicado para ambos os ambientes
Configurações de rede
Acesos e velocidade à internet
Browser web específicos (distribuidor e versão)
Configuração de memória, resolução de vídeo, etc.
Privilégios administrativos no computador ou da rede

Contemplaremos todos estes itens criando um checklist com as configurações necessárias para os ambientes, que serão retiradas do Plano de Teste. Qualquer teste de instalação ou execução que não tenha seu resultado esperado deve ser documentado, investigado e corrigido até que o ambiente esteja de acordo com o especificado.
Se existirem manuais de instalação ou de configuração estes deve ser seguido e, caso ocorra algum desvio, o mesmo deve ser documentado e corrigido. É necessário também validarmos os requisitos mínimos de hardware e software que a aplicação exige.
Requisitos de performance, carga e stress devem ser consideradas para o ambiente, seja de testes ou cliente, para suportar estes tipos de teste.
A massa de dados deve estar de acordo para suportar todos os testes e trazer os resultados esperados de acordo com os requisitos. Devemos levar em consideração todo o processo de entrada da massa de dados como:

Identificação dos dados de acordo com os requisitos
Conversão da massa de dados para formato específico (banco de dados)
Carga dos dados no banco de dados
Gestão dos dados inter-relacionados (manual ou por scripts)

Após todas as etapas definidas podemos testar a instalação do ambiente completo, sempre guiados por um cronograma tendo uma baseline. Com isso teremos toda a experiência necessária para a instalação e configuração do ambiente, que nos ajuda não só a prepará-lo, mas também a ter tempos para esta tarefa mais bem definidos.
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Automação de Teste – Planejamento, Design e Desenvolvimento dos Testes – parte 2
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Automação de Teste – Planejamento, Design e Desenvolvimento dos Testes – parte 4

Source: http://eliasnogueira.com/automacao-de-teste-planejamento-design-e-desenvolvimento-dos-testes-parte-5/

Category: automacao

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