Post

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars
Loading ... Loading ...

By Fabrício Ferrari de Campos
Após mais de 100 posts escritos, chegou a hora de falar um pouco sobre algumas experiências que passei, de forma mais detalhada. :D
E para começar nada melhor do que contar uma das mais interessantes e desafiadoras: o Basix (em japonês aqui).
Assistindo o vídeo abaixo, já dá para perceber um pouco, porque disse que é um desafio e também irá facilitar o entendimento do post ;)

Agora vamos analisar melhor o cenário e as características do projeto, com a visão de Teste de Software:

Em 2005 o mundo era diferente: o projeto teve início em 2005, e naquela época não tinhamos nenhum time de testes na empresa (eu nem trabalhava na Voice), além disso, na época Teste de Software não era tão comentado como é hoje, mal haviam publicações brasileiras sobre a área, para ter idéia nem o DFTestes existia;

É uma solução IP-Centrex: contratar pessoas para testar um sistema Web é uma coisa, agora contratar pessoas para testarem um PABX IP, utilizando SIP e num ambiente Linux, é algo muito mais complicado;

A complexidade do projeto é muito alta: como foi dito no vídeo “O Basix faz tudo que um PABX comum faz”, mas na verdade o Basix faz muito mais do que um PABX faz. Além das funcionalidades de call control, há um sistema Web, onde é possível realizar as configurações do sistema. Isso sem falar sobre a parte de alta disponibilidade e performance, essa merece um post exclusivo;

Se testar já é difícil, imagine gerenciar: gerenciar a área de testes não é uma missão fácil por vários motivos:

Prazos apertados;
Falta de conhecimento dos integrantes do time;
Versões em paralelo;
Versões com muitas funcionalidades e correções.

Ambiente de teste: o ambiente da produção possui equipamentos muito caros, que não são possíveis de ser adquiridos para o ambiente de teste, além disso, há diferenças entre a infra-estrutura dos dois sites (Brasil e Japão);

Automatização dos testes: automatizar os testes é a atitude ideal para as características do projeto, porém qual ferramenta eu posso utilizar para automatizar uma transferência cega com REFER, por exemplo?

O desenvolvimento do projeto é incremental: nada de testar só no final do projeto, o time de testes começa a trabalhar desde as primeiras reuniões de definições do escopo;

Alta qualidade: a Brastel, parceira e cliente, é uma empresa japonesa, e o fato de ter sido fundada por brasileiros, não alivia nem um pouco a expectativa e cobrança pela qualidade do Basix.

Por hoje é só pessoal. Contei por enquanto apenas os desafios, nos futuros posts irei falar como lidamos com eles, ou seja, a parte mais interessante. :)
Fique por dentro das novidades, assine o feed do QualidadeBR.

Source: http://qualidadebr.wordpress.com/2009/09/23/como-testamos-o-basix-introducao/

Category: Teste & Qualidade de Software, basix, brastel, pabx, sip, teste de software, voice technology

Você também pode querer ler

Comments are off for this post.